Problemas com uma Baixa Atenuação da sua Cerveja?

Bem cervejeiro, antes de começarmos a analisar os “problemas” que influenciam diretamente numa baixa atenuação da cerveja, vamos entender o que é e como funciona a atenuação do nosso mosto.

Assim, podemos entender como atenuação a redução do extrato inicial do  mosto, conforme as leveduras vão metabolizando os açucares presentes durante a fermentação, transformando-os assim, em álcool e CO2.

(foto Mike)

(foto Mike)

E para se calcular essa atenuação, que chamamos de aparente, utilizamos basicamente o extrato inicial e o extrato final aparente, que por consequência, nos traz uma indicação de como foi e/ou como está sendo a fermentação da nossa cerveja.

Todavia, vale compreendermos também que existe uma atenuação real, a qual se leva em consideração o extrato final real obtido, tendo como base o conteúdo alcoólico, desempenho da levedura e açucares residual, o qual influencia diretamente no equilíbrio da nossa cerveja.

E dentre os “mistérios” ligados a fermentação, o que deixa muitos cervejeiros de cabelo em pé, é sem dúvida a gravidade final (FG) da sua cerveja.

Não somente por sua definição ou entendimento, mas por ser uma das coisas mais árduas de atingimos no começo da nossa jornada cervejeira. Às vezes fica acima do esperado, outras vezes abaixo, mas dificilmente dentro do estimado.

E se você está enfrentando esses problemas e não sabe como resolver, agora você já pode se acalmar… =)

Afinal de contas, nesse post vamos analisar alguns fatores e erros que afetam diretamente a atenuação da sua cerveja e , claro, a como evitá-los.

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BeerSmith 2.3 e suas Melhorias

Depois de um longo período de espera, foi finalmente liberada a atualização do software cervejeiros mais utilizados no mundo, que além de melhorias significativas e correções de vários bugs, ganhou também uma repaginada em sua interface: o BeerSmith 2.3.

E nesse post vamos analisar as diversas melhorias encontradas nessa atualização e como utilizá-las corretamente.

BeerSmith 2.3

Ah! A versão 2.3 do BeerSmith poderá ser baixada através do link abaixo e os procedimentos para traduzir o BeerSmith 2.3 para o Português está logo mais nesse post:
BeerSmith 2.3

BeerSmith 2.3 e suas Mudanças

Uma nova Guia chamada Session

Na área de elaboração de receitas, a guia que antes trazia o nome de “Fermentação” foi substituída por uma nova chamada “Session“, que traz novos campos e informações, além é claro, das informações anteriores.

Guia Session

Agora na guia “Session” ficou muito mais fácil compararmos os valores medidos e os estimados em nossa receita, no que se refere a densidade original, tamanho de lote, volume de engarrafamento, densidade final, entre outros, pois, os campos que representam os valores “medidos” ficam realçados em amarelo até que os valores reais sejam preenchidos.

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Como Armazenar os Insumos Cervejeiros

Quando começamos a nos aprofundar nas técnicas e etapas para produzirmos excelentes cervejas em casa, volta e meia esbarramos nos princípios que norteiam a qualidade da nossa cerveja, sendo um deles, a qualidade e frescor dos ingredientes utilizados.

No entanto, em muitos casos, para que possamos economizar um pouco de dinheiro, tanto em relação ao frete quanto pelo desconto, e/ou garantir um estoque de determinado insumo, somos levados a comprar os insumos em grandes quantidades, sendo assim, imprescindível saber como armazená-los corretamente.

Com isso, te faço uma pergunta: será que você está sabendo como armazenar os insumos cervejeiros corretamente?

Armazenando Corretamente os Insumos Cervejeiros

Assim, para lhe auxiliar nesse aspecto, vou lhe mostrar a forma correta de como armazenar e preservar seu malte, lúpulo e levedura, além de te ensinar a mensurar alguns fatores fundamentais quanto a perda de eficiência de determinado ingrediente com o passar do tempo.

Ah! Não se engane, mesmo você não pretendendo armazenar os insumos por muito tempo, é importante seguir algumas das dicas a seguir, para garantir assim, uma boa cerveja e, claro, não perder dinheiro.

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Como Fazer Corretamente o Starter do Fermento

É muito comum no inicio da nossa jornada cervejeira sempre associarmos uma certa complexidade ao termo “Starter do Fermento”, todavia, fazer o starter da levedura é bem mais simples do que se parece, sem contar que se você está buscando trabalhar com levedura líquida, reutilização da lama e, até mesmo, dar aquela economizada no fermento, aprender a como fazer corretamente o starter se torna essencial.

Assim, nesse post vou te ensinar os fundamentos e os cuidados necessários para que você possa conduzir corretamente a propagação do seu fermento.

Aprenda a Fazer o Starter do Fermento
Bem, o Starter nada mais é que uma fermentação em pequena escala, onde buscamos a ativação e multiplicação das leveduras inoculadas, para que desta forma, elas possam nos proporcionar uma fermentação saudável do nosso mosto posteriormente.

Dito isso, e antes de iniciarmos com os procedimentos, é fundamental que você entenda um fator importante para o starter: A Taxa de Inoculção da Levedura. Assim, caso você ainda não tenha muita experiência nesse assunto, te convido a dar uma lida nesse artigo antes de continuar: Como Inocular Corretamente a Levedura.

A importância da Sanitização e os Equipamentos

Assim como em toda parte fria do processo de fabricação da cerveja, a primeira questão que você deve ter em mente na hora de produzir seu Starter é quanto a limpeza e sanitização dos equipamentos e utensílios que serão utilizados. Portanto, seja bastante cuidadoso – lê-se paranoico – com a limpeza e sanitização em todas as etapas de preparo do seu starter.

E por se falar em equipamentos, vamos aos itens necessários e suas respectivas necessidades de limpeza ou sanitização:

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Aprenda a Criar Receitas Cervejeiras

Uma das etapas mais interessantes e divertidas na fabricação da cerveja é sem dúvida a imensa possibilidade de criação e evolução de receitas cervejeiras.

Criando Receitas Cervejeiras

(foto adrianpike)

Montar sua própria receita não é nenhum bicho de sete cabeças, no entanto, é fundamental que você entenda os fundamentos que se encontram por trás dessa divertida jornada.

Assim, para te introduzir na criação de sua própria receita deixa eu te esclarecer o que acredito ser as bases para a criação de receitas cervejeiras…

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Como Calcular o Amargor em IBU da Cerveja

Aprender a calcular corretamente o amargor da sua cerveja é crucial para que você possa não somente estimar a quantidade do IBU desejado, mas também, efetuar possíveis correções durante o processo de lupulagem.

Calculando o amargor da cerveja

Como sabemos, além de contribuir com amargor e equilíbrio para nossa cerveja, o lúpulo é também o grande responsável por uma parcela de aromas e sabores que compõem o nosso precioso líquido, assim, é fundamental que saibamos exatamente quais os objetivos que buscamos com ele em nossa receita.

Por exemplo, para uma cerveja do estilo Oktoberfest o lúpulo entra como um “coadjuvante” na receita, no intuito apenas, de equilibrar o dulçor do malte com seu amargor de uma forma que seu amargor/aroma não se destaque. Ao contrário de uma IPA, que o papel principal fica por conta do lúpulo, o qual garantirá um amargor acentuado e um aroma típico esperado para esse estilo.

Com isso entendido, vamos ao cálculo para se estimar o amargor da nossa cerveja.

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Tabela de Tipos e Equivalência de Malte

Tabela de Tipos e Equivalência de Malte

Quando começamos a nos aventurar na criação de nossas próprias receitas, os diferentes tipos de maltes acabam causando um pouco de confusão quando tentamos entender qual seria a melhor escolha para aquele determinado estilo de cerveja.

E foi pensando em trazer uma “luz” a essa questão, que trago para você duas tabelas importantes: a Tabela de Tipos de Maltes e a Tabela de Equivalência de Malte.

Saber qual o tipo de malte que se deve utilizar, a quantidade ideal, assim como, compreender o aroma ou sabor que aquele malte irá proporcionar é fundamental para que você possa desenvolver uma excelente cerveja. Assim, as tabelas abaixo irão te ajudar a compreender essas questões e servirão como consultas para a criação de suas receitas.
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A importância da Limpeza e Sanitização na Produção de Cerveja

Acredito que de todo o processo de fabricação da cerveja, a limpeza e a sanitização são de longe as etapas mais importantes.

Quando iniciamos nessa jornada de fabricar cerveja em casa nos preocupamos em entender as rampas de temperatura da brassagem, a lupulagem e os mistérios da fermentação – não que não sejam importantes -, mas esquecemos da importância da Limpeza e Sanitização, os grandes responsáveis para que toda essa mágica aconteça.

Importância da Limpeza e Sanitização

Imagine você projetar aquela Weiss deliciosa e cumprir com êxito todas as etapas do processo, porém, ao invés de sanitizar corretamente seu fermentador você apenas dá aquela lavada “esperta” e despeja o mosto. Ai depois de alguns dias, você tira uma pequena amostra para verificar a atenuação e percebe um cheiro não muito agradável. Intrigado, você dá uma bebericada e pra sua surpresa um gosto muito longe do que era pra se chamar de cerveja.

Claro, esse foi um exemplo meio simplista de uma possível contaminação, mas pode acreditar: em muitos casos pequenos deslizes na sanitização pode prejudicar toda uma leva.

O importante é você observar e colocar em prática duas regras:

#1 – Tudo que entrará em contato com o mosto antes da fervura deve estar limpo;
#2 – Tudo que entrará em contato com o mosto depois do resfriamento deve estar limpo e sanitizado.

Pode ter certeza que com a aplicação dessas duas regras, mais da metade de todo o seu processo de fabricação já estará com grandes possibilidades de dar certo. Portanto, não seja preguiçoso meu caro…rs

É bastante comum ouvirmos no cotidiano cervejeiro a máxima: “tudo que cair no caldeirão vira tempero!”. E ela não deixa de estar certa. Porém, não confunda o que cair no caldeirão com as sujeiras que já estão nele. 😛

Qual a importância da limpeza?

Muitos afirmam que o início do processo de fabricação é com a moagem do malte, porém para que você possa iniciar a moagem o moedor precisa estar limpo, certo? Portanto, o primeiro passo na produção da cerveja, independente do método que você utiliza, será com a limpeza.

A limpeza tem por objetivo retirar todas as partes sólidas – sujeiras e afins – que esteja presente na superfície do seu utensílio, para que durante seu uso elas não se soltem e se misturem no mosto.

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Receita da Delação Premiada, a IPL da Beertoon!

Com a chegada do Mondial de la Bière Rio 2015, a ansiedade pelo lançamento das cervejas da Beertoon, uma cervejaria cigana liderado pelo Mestre Leonardo Botto ao lado do cartunista Ique e do empresário Léo Cerqueira, só aumenta. Mas para acalmar os ânimos, que tal produzir uma Indian Pale Lager com a receita da Delação Premiada?

Delação Premiada

Receita da Delação Premiada

Receita para 24 litros de mosto com rendimento de 75%:

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A importância do Software Cervejeiro

Quando iniciamos nesse maravilho hobby de fazer cerveja artesanal observamos na prática como que muitas das aulas de matemática e física não foram em vão.

Software Cervejeiro

Porém, dentre os diversos cálculos cervejeiros que compõe os alicerces de nosso precioso líquido (cálculo de amargor, graduação alcoólica, eficiência de brassagem, cálculo de quantidade de malte, quantidade de água, cor da cerveja e muitos outros), constatamos também que se caso, assim como eu, você não for um matemático talvez terá de arrumar um outro hobby ou seguir religiosamente uma receita qualquer, dado à complexidade de muitos desses cálculos.

Mas calma, nem tudo está perdido.
Nós temos uma salvação: o Software Cervejeiro!

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