Arquivos da categoria: Sobre a Cerveja

Aprenda sobre o Processo de Fermentação

Muitos se preocupam excessivamente com a brassagem – não que não seja importante – mas acabam negligenciam o processo de fermentação. Talvez por ser um processo que não dependa de nossa intervenção, exceto pela inoculação do fermento, ou por ser realmente misterioso no começo.

Fermentação da Cerveja Artesanal

Fermentação da Cerveja Artesanal

A fermentação tem um papel essencial na produção da cerveja artesanal, pois é nesta etapa que as leveduras transformam o líquido adocicado que produzimos na tão desejada cerveja. E aprender como tudo isso funciona é de extrema importância para a produção de ótimas cervejas.

Durante a fermentação, as leveduras irão consumir os açucares fermentáveis do mosto, gerando desta forma o álcool e o CO2, os aromas e sabores, e também a redução o pH da cerveja.

O tempo e a temperatura de fermentação podem variar de acordo com a densidade inicial do mosto, o tipo de levedura utilizado e as características que você busca na cerveja.

O que leva a uma boa fermentação?

Basicamente três fatores são determinantes para uma boa fermentação:

– A quantidade e viabilidade da levedura utilizada;

– A aeração e os nutrientes dissolvidos no mosto;

– E o Controle da Temperatura de fermentação.

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O segredo por trás da Espuma da Cerveja

Pode parecer até piada, mas realmente a cerveja derrama muito menos que uma água ou café! E isso não é uma só uma observação de boteco…

O segredo da Espuma da Cerveja

Foi num daqueles momentos que sentamos no bar para beber uma ótima cerveja e expandir nossos pensamentos, que Alban Sauret refletindo sobre a dinâmica de fluidos, percebeu que sua cerveja derramava bem menos que um copo de água, e se mantinha mais estável quando movida de um lado para o outro.

“Percebemos que, quando carregávamos um pint de Guinness… Não espirrava praticamente nada”, disse Alban atual cientista da Frech National Center for Scientific Research, a Fusion.

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Brassagem da Cerveja Artesanal 100% Brasileira

Não podíamos deixar de constar em nossas postagens a brassagem da primeira cerveja produzida com insumos 100% brasileiro, fruto da garra e dedicação de nove cervejeiros gaúchos: Glauco Caon (Anner), Evandro Janovik (Saint Bier) e Eduardo Boger, Leo Sassen, Luis Balbinot, Marcelo Hartmann Terres, Pedro Joel Filho, Sylvio Marmora e Tiago Eduardo Genehr.

Esse marco na história cervejeira brasileira foi realizado no dia 20 de setembro de 2014, no Solar Coruja, em Porto Alegre/RS.

brassagem-cerveja-artesanal-100-brasileira

Como sabemos, por questões climáticas e até mesmo econômicas o Brasil não possui autonomia para produzir todos os insumos necessários para a produção da cerveja, forçando desta forma, a importação de muitos desses insumos por cervejeiros caseiros e cervejarias.

Os Insumos

A cevada que originou o malte utilizado na brassagem da cerveja artesanal 100% brasileira, foi cultivada em Ibirubá, onde o cultivo da cevada já é comum na região, e o processo de malteação foi realizado em Porto Alegre, na cervejaria Steilen Berg, pelo proprietário Juliano Zancanaro, e por Evandro Janovik, da Saint Bier.

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Vencedor do Concurso Mestre Cervejeiro Eisenbahn 2014

Chega ao fim o Concurso Mestre Cervejeiro Eisenbahn 2014, que nesta edição, desafiou os cervejeiros caseiros participantes a produzirem a melhor Belgian Blond Ale de “panela”, que se tornará a mais nova cerveja Eisenbahn.

Vencedor Concurso Mestre Cervejeiro Eisenbahn 2014

Com mais de 1000 inscrições, a 5ª edição do Concurso Mestre Cervejeiro contou com a avaliação de 26 especialistas, dentre eles mestres cervejeiros, beer sommeliers, jornalistas e blogueiros, que elegeram a receita de Anderson Faller, de Macaé/RJ, como a melhor Belgian Blond Ale participante do concurso.

“É inacreditável. Me sinto no ponto alto como o vencedor deste concurso. Não dá para imaginar! A emoção já foi muito grande quando me ligaram para avisar que eu estava entre os cinco finalistas. A cerveja ficou muito boa, mas como sou do interior não imaginava que iria chegar aqui. Eu não queria mandar, mas minha namorada me incentivou muito. Foi a 18ª cerveja artesanal que fiz e a primeira no estilo Belgian Blond Ale”, afirma o vencedor do 5º Concurso Mestre Cervejeiro, Anderson Faller.

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Um brinde as Moscas

Sabemos que uma parte dos aromas de uma cerveja são gerados no processo de fermentação devido a ação das leveduras, mas, você sabe por que as leveduras produzem esses aromas?

É meu amigo, confesso que nunca tinha parado para pensar nisso, mas em busca dessas respostas, uma equipe na Universidade Católica de Leuven, na Bélgica, descobriu que o agradável aroma produzido pelas leveduras tinha um plano audacioso: atrair moscas!

Isso mesmo, moscas..rsrs

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Por que a cerveja artesanal é tão cara?

Por que a cerveja artesanal é tão cara? Pois é, este é sem dúvida uma das maiores discussões em torno das cervejas artesanais, deixando desde os bebedores de cerveja massificada até os adeptos da boa cerveja com uma “pulga atrás da orelha”.

Beer sampler - CC

Entender que, além de serem produzidas buscando excepcionalmente a qualidade do produto – o que já seria uma excelente justificativa –, a fabricação e venda da cerveja artesanal é também alvo de um alto encargo tributário.

Assim, pra sanar essa grandiosa dúvida, o pessoal do Mestre-Cervejeiro.com produziu um infográfico bem interessante, que explica os motivos que levam o preço da cerveja artesanal as alturas e mostra o verdadeiro vilão dessa história:

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Cervejas The Hobbit

Já se tornou bastante comum, cervejarias lançarem rótulos em homenagem a filmes ou seriados, e com o filme The Hobbit não podia ser diferente.

Autorizada pela MGM/New Line Cinema a cervejaria Fish Tale Ales, de Olympia, irá produzir as cervejas The Hobbit, que contará a princípio com dois rótulos:

The Hobbit (An Unexpected Journey) Gollum Precious Pils

The Hobbit (An Unexpected Journey) Gollum Precious Pils

The Hobbit (An Unexpected Journey) Gollum Precious Pils

Esta é uma Imperial Pilsner com lúpulo Northwest e 85 IBUS (unidade de Amargor), contando com um teor alcoólico de 9,5%.

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Reinheitsgebot – Lei da Pureza Alemã

De uma coisa você pode ter certeza: uma hora ou outra você vai acabar se esbarrando na Reinheitsgebot – Lei da Pureza Alemã – , seja na produção ou na degustação. Portanto, conhecer um pouco da sua história é fundamental.

(foto adrianpike)

(foto adrianpike)

A Lei da Pureza Alemã (Reinheitsgebot) foi promulgada pelo Duque Wilhelm IV (Guilherme IV) da Baviera em 23 de abril de 1516, trazendo algumas regras para a fabricação e distribuição da cerveja.

Este decreto tinha como um dos pontos mais fortes a utilização de somente água, malte de cevada e lúpulo, na fabricação da cerveja, com o intuito de garantir a qualidade da bebida. O que acabou por barrar a utilização de alguns ingredientes bizarros (como fuligem, cal e alucinógenos), que estavam sendo utilizados por muitos cervejeiros na época, o que poderia causar sérios problemas físico e mentais aos consumidores.

Não! Eu não esqueci da levedura.

Naquela época, a levedura era desconhecida ficando o processo de fermentação a cargo de alguma cepa selvagem ou por vezes, devido a adição de um pouco da cerveja de uma leva anterior, a qual já continha leveduras ativas, que iniciava assim o processo de fermentação. Mas, todo este processo era tratado de uma forma misteriosa e empírica pelos cervejeiros da época. Sendo esse mistério desvendado somente no final do século IXX com o início dos estudos de Louis Pasteur sobre a microbiologia.

Além de estabelecer os únicos ingredientes permitidos para a fabricação da cerveja, a Reinheitsgebot, também tratava dos impostos e estabelecia o preço de venda da cerveja na região.

Muitas especulações giram em torno do motivo real da promulgação desta Lei, passando desde uma forte ressaca causada por uma péssima cerveja ao Duque até pelo peso econômico devido a grande utilização de grãos valiosos (como trigo e centeio), que causaram a falta e consequente  aumento do preço dos produtos derivados desses grãos. Assim, o consumo de cerveja de trigo ficou limitado apenas a nobreza até o final do século 18. Espertinhos!!

Quase um trava língua, a Reinheitsgebot – Lei da Pureza Alemã, foi ganhando aceitação das regiões vizinhas a Baviera e se espalhando aos poucos, chegando a todo o Império Alemão a partir de 1906, já com a inclusão da levedura e admitindo o trigo como adjunto.

Confira a Lei da Pureza Alemã na íntegra:

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Dia da Cerveja Brasileira

Sem dúvida uma das datas mais importantes do calendário cervejeiro brasileiro é o Dia da Cerveja Brasileira, instituído pelos Blogueiros Brasileiros de Cerveja (BBC) com o intuito de homenagear o catarinense Ruprecht Loeffler, também conhecido como “Seu Lefra”.

“Seu Lefra” um dos mais antigos cervejeiros do Brasil – até seu falecimento em 27 de fevereiro de 2011 aos 93 anos – e dono da Cervejaria Canoinhense, faz parte da história cervejeira nacional. No final desse post você poderá assistir uma pequena homenagem a Ruprecht Loeffler.

Dia da Cerveja Brasileira

Mas por que comemorar esse dia? Além de homenagearmos e lembrarmos carinhosamente do “Seu Lefra”, este dia nos faz aplaudir a crescente evolução do nosso mercado cervejeiro e a indiscutível qualidade das cervejas produzidas em terras tupiniquim.

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Beber cerveja reduz o risco de artrite em mulheres

Volta e meia vemos os benefícios encontrados no consumo adequado de cerveja, e de acordo com a pesquisa realizada pela Divisão de Reumatologia, Imunologia e Alergia da Escola de Medicina de Harvard, o consumo moderado por mulheres traz riscos menores de artrite reumatoide.

O estudo publicado no jornal Arthritis & Rheumatology, editado pelo American College of of Rheumatology, analisou os dados de milhares de enfermeiras registradas em duas etapas do estudo chamado NHS.

Com início em 1976, o NHS 1 recrutou 121.701 enfermeiras e o NHS que começou em 1989, contou com 116.430 participantes. Sendo cada participante avaliada em questionários bienais, com o consumo da cerveja sendo medida a cada quatro anos.

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